Download: Psicologia das Emergências e dos Desastres

Olá pessoal,

Aqui vocês podem fazer download de cartilhas e arquivos sobre Psicologia das Emergências e dos Desastres, confira:

 

1º SEMINÁRIO NACIONAL DE Psicologia das Emergências e dos Desastres Contribuições para a Construção de Comunidades mais Seguras

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II Seminário Nacional dePsicologia em Emergênciase Desastres –Textos geradores

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Desastres Naturais:conhecer para prevenir

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CRAS: Ensaio Fotográfico no Grupo de Gestantes

Dica de atividade para o grupo de Gestante em CRAS: Ensaio Fotográfico.

Planejando o ensaio: Escolhemos uma câmera (no caso da nossa foi de celular); alguns adereços como bambolê (a gente passou fita verde claro e rosa claro e pregamos flores artificiais), chapéus de praia, cangas, arcos de florais, um quadro de giz (custou R$ 8,00), panos longos e outros; pesquisamos fotos de gestantes; escolhemos um local (no nosso caso foi a praia).

A gente levou 7 gestantes é interessante ter dois técnicos um para tirar foto e outro para arrumar e posicionar; a educadora social ajudou com os adereços e organiza-las.

Poses de fotos: escrevemos na areia o nome e fizemos corações; colocamos frases no quadro; no final usamos balões e elas jogaram para cima.

No início elas ficaram tímida, mas depois foram se soltando. A gente começou às 8:30 e terminando às 11h. Depois fizemos um lanche.

O Ensaio é importante para auto estima das participantes, fortalecer os laços maternos e trabalhar a aceitação da maternidade. Muitas gestantes tem gravidez indesejada ou não possui uma rede de apoio efetiva.

Veja algumas fotos:

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Abraço

Tamires Mascarenhas

Post in: Tamires

 

 

 

 

 

 

 

IMG 20190123 WA0009 529x375 - A IMPORTÂNCIA DE CUIDAR DA SAÚDE MENTAL E EMOCIONAL

A IMPORTÂNCIA DE CUIDAR DA SAÚDE MENTAL E EMOCIONAL

Não é de hoje que sabemos que a saúde mental e emocional nos proporciona uma melhor qualidade de vida e maior disposição para lidar com os desafios do dia-a-dia; depois de abordamos grandes assuntos no ano passado,entramos 2019 com força total e mais uma oportunidade de abraçarmos a importância da saúde mental, emocional e o nosso estimado “Janeiro Branco”, que mobiliza tantas pessoas a favor da saúde coletiva.

A nossa saúde merece uma atenção especial, pois ela é nossa companheira de caminhada e é com ela que vamos trilhar nosso presente e futuro,e a partir desse nosso cuidado, conseguiremos definir se ele será positivo ou não.

Se você nos acompanha desde do o ano passado, já sabe a importância de ficar atento aos sinais: as emoções que refletem diretamente em sintomas físicos e mentais; que nos alerta de que nossa saúde merece uma atenção redobrada; juntamente com médicos, especialistas, terapeutas,atividades alternativas e a necessidade de medicalização para cada caso especifico; todas essas questões necessitam de uma busca positiva pelo profissional e tratamento, que podem fazer toda a diferença em nossas vidas.

Por muitas vezes somos fortes e resistentes em admitir que há algo de errado acontecendo, o homem moderno é feito para suportar grandes cargas emocionais, por isso, ás vezes, aqueles que estão do nosso lado podem ter uma visão mais abrangente do que está acontecendo conosco, é exatamente aí que mora a importância das ações coletivas como o do “Janeiro Branco”, o envolvimento, o esclarecimento e conscientização própria e coletiva podem salvar vidas!

Todas essas dicas, valem para nós, mas também para todos que podemos alcançar, aqueles que estimamos, familiares, vizinhos, amigos, colegas de trabalho, e é possível nos mobilizar como sociedade coletiva e representativa para mudar a realidade dos que são próximos; afinal, todos passamos por dificuldades, síndromes, ansiedade, depressão, doenças e sintomas mentais que cercam a sociedade e o homem moderno.

Essa oportunidade abre portas e bocas, vamos sim falar sobre saúde mental, é um interesse coletivo, das  nossas famílias, da família universal, solidaria e fraterna; que mora em cada um de nós. Não vamos perder de janeiro á dezembro a oportunidade do despertar  de consciência para a importância da saúde mental e emocional; de se informar e proporcionar qualidade de vida para todos.

Lícia Marchiori Crespo

Graduada em Hotelaria pelo SENAC, Águas de São Pedro/SP. Cursando o 4º Período de Psicologia pela UNIP, Vitória/ES. Atuou como docente de Hotelaria, SENAC/ES, 2014. Desde 2013, atua em consultorias e treinamentos para Meios de Hospedagem e A&B. Trabalha como voluntária e idealizadora de projetos sociais, nacionais e internacionais, desde 2005.

Assessoria de Carreira 750x375 - Mapa Mental: Atendimento Psicológico Online

Mapa Mental: Atendimento Psicológico Online

Atendimento psicológico online trás discussões sobre diversas temáticas sobre aplicabilidade teórica, sucatamento, precarização, benefícios e facilidades.

Essa modalidade de atendimento trouxe uma gama de precariedade como atendimento no Whatsapp, desvalorização do serviço e da formas de atender. Mas, ele tem seus pontos positivos como pacientes que possuem fobias e não saem de casa ou dificuldade d locomoção, ou quando seu paciente viaja e você pode atende-lo de modo virtual. Há países que é liberado os atendimentos onlines e há pesquisas em relação ao assunto.

O CFP tem publicado e atualizado resoluções e existe algumas regras para que possa exercer o atendimento online, por isso fiz um mapa mental com a nova mudança na resolução e o que é preciso para você começar.

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Abraços

Tamires Mascarenhas. Artigo em: tamirespsi

Assessoria de Carreira 750x375 - Mapa Mental: Como abrir um consultório de psicologia (Autônomo)

Mapa Mental: Como abrir um consultório de psicologia (Autônomo)

Está pensando em abrir um consultório de psicologia como autônomo?

Ao pensar sobre isso muitos se sentem inseguros e necessitam de alguns direcionamentos como por exemplo que tipo de documentação eu preciso? como vou fazer para me posicionar no mercado? como vou trazer clientes para minha clínica?

Pensando em algumas dessas perguntas criei um mapa mental com alguns pontos principais de como abrir o consultório. Pontos como: Documentos Necessários; Observações (dicas); Coisas para se pensar antes de abrir a sua clínica de psicologia:

Antes de ter uma clínica é importante avaliar bem os riscos para não fazer um investimento perdido, tenho uma frase que sempre tenho comigo: “Sonhe grande, e faça pequeno”. Começar aos pouco sempre é um bom começo para o amadurecimento, mas ariscasse é fundamental para ter o sucesso e o fracasso faz parte do processo.

 

Download do Mapa Mental

 

Abraços

Tamires Mascarenhas. Artigo em: tamirespsi

 

Síndrome de Burnout: Tratamento

Síndrome de Burnout 1 1024x1024 - Síndrome de Burnout: Tratamento

 

 

É ótimo te ver por aqui novamente, hoje teremos a última etapa do nosso tema, Síndrome de Burnout. Consulte nossos links anteriores e fique por dentro das informações que já foram postadas aqui no blog. Boa leitura!

Anteriormente falamos sobre o que é; como ocorre; os profissionais mais atingidos; os principais sintomas e comportamentos; e hoje seguimos para o esperado tratamento.

O tratamento é feito através de psicoterapia, normalmente de 1 a 3 meses, combinados com medicamentos, se necessário. O médico psiquiatra é o responsável por diagnosticar e orientar o paciente para o tratamento mais adequado.

Para o tratamento ser eficaz é interessante verificar se a síndrome está relacionada ao ambiente de trabalho, a profissão ou as atitudes do próprio paciente. É primordial que haja uma interrupção do ciclo que leva o paciente a síndrome: sobrecarga e frustração.

É importante que o paciente respeite os seus próprios limites e faça uma reflexão sobre tudo ao seu redor, para isso, a psicoterapia ajudará a refletir sobre escolhas, atitudes, expectativas e hábitos. Também colabora para o autoconhecimento, segurança, tomada de decisão e a encontrar estratégias para combater o estresse.

É importante manter uma vida mental e física saudáveis: manter o equilíbrio entre trabalho, família, vida social, atividades físicas e lazer.

Dicas para prevenir e combater a síndrome:

  • Procure trocar experiências com outros pacientes e buscar pessoas que te compreendam nesse momento;
  • Evite fugir da realidade através de vicissitudes, como, álcool e drogas. Reconhecer e buscar ajuda é sempre a melhor opção;
  • Pratique exercícios: caminhada, corrida, pilates, vôlei, etc. Essas atividades ajudam na liberação de hormônios do prazer e diminuem a tensão muscular;
  • Tenha uma alimentação saudável e adequada;
  • Intensifique os momentos felizes e saudáveis com família e amigos, desfrute dos momentos juntos. Manter o lazer e o contato social é também uma receita para uma mente sã;
  • Se cobre menos, errar é comum e saudável;
  • Reorganize-se, evite sobrecarregar-se e pegue mais leve no trabalho durante esse período, diminuía as atividades e proponha um novo dinamismo na hora das obrigações;
  • É importante controlar o nível de estresse, você pode praticar meditação; yoga e fazer um controle da respiração e ansiedade.

O tratamento adequado, proporciona resultados positivos, como o aumento do rendimento no trabalho, aumento da confiança e diminui a frequência das dores de cabeça e do cansaço. Já o tratamento inadequado, pode levar a distúrbios gastrointestinais e em casos mais graves, o paciente pode desenvolver depressão.

Se você conhece uma pessoa que está passando por este momento, evite falar sobre assuntos de trabalho. Isso pode fazer a pessoa reviver frustrações, estresse ou decepções. Converse sobre assuntos leves e descontraídos, isso ajuda o indivíduo a manter o foco distante dos problemas. Leve a pessoa para se distrair e fazer programas divertidos, culturais e etc.

Sempre busque ajuda de profissionais adequados para uma orientação eficaz.

Conheça nosso serviços de psicologia <aqui>

 


Lícia Marchiori Crespo

Graduada em Hotelaria pelo SENAC, Águas de São Pedro/SP. Cursando o 4º Período de Psicologia pela UNIP, Vitória/ES. Atuou como docente de Hotelaria, SENAC/ES, 2014. Desde 2013, atua em consultorias e treinamentos para Meios de Hospedagem e A&B. Trabalha como voluntária e idealizadora de projetos sociais, nacionais e internacionais, desde 2005.

Síndrome de Burnout 1 750x375 - Síndrome de Burnout: Sintomas

Síndrome de Burnout: Sintomas

Bem-vindo de volta leitor, hoje vamos continuar a nossa viagem pelo mundo da Síndrome de Burnout, no primeiro artigo falamos sobre as informações gerais. Hoje vamos discorrer sobre os sintomas, a partir disso, você saberá identificar se possivelmente, encontra-se dentro dessas características.

Os sintomas são divididos em quatro categorias: físicas, psíquicas, emocionais e distúrbios de comportamento. O sintoma físico predominante é a sensação de fadiga constante e progressiva e os distúrbios do sono. Como sintomas psíquicos há uma diminuição da memória evocativa e de fixação, e dificuldade de concentração. Há uma redução da capacidade de tomar decisões. Nos sintomas emocionais, o elemento constante é o desânimo. Há uma perda do entusiasmo e da alegria e, com frequência, ansiedade e depressão que aparece ou diminui diante do ambiente e situação. E por último aparecem os distúrbios do comportamento, onde há uma tendência ao isolamento.

O esgotamento físico e emocional pode levar a pessoa a ter atitudes negativas, irritabilidade, mudanças bruscas no humor, ausências no trabalho, dificuldade de se concentrar, lapsos de memória, entre outros problemas. Há, ainda, sinais de baixa autoestima, isolamento e pessimismo, podem ser acompanhados de dores de cabeça, dores musculares, dificuldade para dormir, suor em excesso, palpitações e problemas gastrointestinais

 

Vejamos os dez principais sintomas:

  • Sensação constante de negatividade, como se nada fosse dar certo;
  • Cansaço físico e mental;
  • Desmotivação e falta de vontade de socializar;
  • Dificuldade de concentração no trabalho e nas tarefas diárias;
  • Falta de energia para as atividades diárias e cansaço excessivo;
  • Sentimento de incompetência;
  • Dificuldade para manter atividades que gostava, como um esporte;
  • Priorizar as necessidades dos outros e não as próprias;
  • Alterações repentinas de humor e períodos de irritabilidade;
  • Isolamento, devido aos sintomas, a pessoa tem tendência em isolar-se.

 

Outros sinais incluem demorar muito tempo em realizar as tarefas profissionais, assim como faltar ou chegar atrasado. Além disso, quando se tira férias é comum não sentir prazer durante esse período, voltando para o trabalho com a sensação de ainda estar cansado.

É importante estar atento aos sintomas; em caso de dúvida ou identificação, consulte imediatamente um psicólogo ou médico psiquiatra. O alerta é para o fato de que, esses sintomas, podem ser confundido com outros tipos de síndromes e enfermidades psicológicas; como a depressão, transtorno de ansiedade generalizada, ou baixa autoestima. Se você se identificou com alguns desses sintomas, nos acompanhem no próximo artigos, onde falaremos sobre o diagnóstico e tratamento.

 

 


Lícia Marchiori Crespo

Graduada em Hotelaria pelo SENAC, Águas de São Pedro/SP. Cursando o 4º Período de Psicologia pela UNIP, Vitória/ES. Atuou como docente de Hotelaria, SENAC/ES, 2014. Desde 2013, atua em consultorias e treinamentos para Meios de Hospedagem e A&B. Trabalha como voluntária e idealizadora de projetos sociais, nacionais e internacionais, desde 2005.

 

Síndrome de Burnout 750x375 - Síndrome de Burnout: O que é?

Síndrome de Burnout: O que é?

Olá Leitor, entraremos em um assunto muito interessante: a “Síndrome de Burnout”; e o convidamos para participar desse desenvolvimento informativo. Hoje falaremos do que se trata a síndrome; no próximo texto, vamos esclarecer os sintomas e como reconhecer se você à possui; e na sequência, abordaremos o tratamento. Fiquem de olho e nos acompanhe nessa jornada.

O termo “Síndrome de Burnout” foi desenvolvido na década de 70 nos Estados Unidos por Freunderberger (1974). Ele observou que muitos voluntários com os quais trabalhava, apresentavam um processo gradual de desgaste no humor e ou desmotivação. Geralmente, esse processo durava aproximadamente um ano, e era acompanhado de sintomas físicos e psíquicos que denotavam exaustão.  Posteriormente, a psicóloga social Christina Maslach (1981, 1984, 1986) estava interessada nas estratégias cognitivas denominadas ”despersonalização”. Estas estratégias se referem a como os profissionais da saúde (enfermeiras e médicos) misturam a compaixão com o distanciamento emocional, evitando o envolvimento com a enfermidade e se protegendo frente a situações estressantes, respondendo aos pacientes de forma despersonalizada.

A Síndrome é caracterizada por ser o ponto máximo do desgaste profissional, emocional e também físico. É principalmente encontrada entre policias, enfermeiros e professores; neste grupo ainda se encontram, terapeutas ocupacionais, psicoterapeutas, advogados, outros vinculados à saúde mental e até mesmo voluntários. No desempenho de seu trabalho, esses profissionais enfrentam conflitos, ansiedade; impotência relacionada com a forma da organização laboral ou com as características das relações estabelecidas com as pessoas em seu trabalho.

Essa síndrome caracteriza-se através de três dimensões: A primeira, a exaustão emocional, surge quando o trabalhador percebe sua energia esgotada devido ao cuidado diário e o contato direto com os problemas dos clientes, além dos seus próprios. A segunda ocorre um “endurecimento” afetivo e o profissional passa a tratar o cliente e seus colegas como objeto, sem envolvimento. A terceira, a baixa realização profissional, está associada com o fato do profissional não perceber seu trabalho como algo valorizado e reconhecido o que gera insatisfação profissional.

Pode ocorrer com indivíduos altamente motivados e jovens, pois esses, ainda não aprenderam a lidar com as frustrações e com as tensões diárias decorrentes da profissão e reagem ao estresse laboral trabalhando intensamente até que entram em colapso; ou também com profissionais de longa carreira, visto que, se exterioriza após o acúmulo de um estresse crônico, ao longo dos anos de trabalho.

É importante destacar que o impacto não se restringe apenas à vida profissional, mas também a vida pessoal e familiar. Perde-se o interesse pelas atividades diárias, lazer e interação social. Quando o trabalhador encontra um conjunto de tarefas que devem ser cumpridas e executadas, aumenta-se sua carga psíquica. O sofrimento assume proporções patogênicas quando as possibilidades de transformação, aperfeiçoamento e gestão já foram tentadas; restando somente pressões fixas, rígidas, repetitivas e frustrantes, configurando uma sensação generalizada de incapacidade, neste momento, é importante estar em alerta ás essas situações, sensações e sentimentos.

 

Acompanhem mais informações nos textos que virão a seguir.

 

 

REFERÊNCIAS

 

S/N. S/D. HOSPITAL ALBERT EINTEIN. Sindrome de Bounout. Disponível .  <https://www.einstein.br/estrutura/check-up/saude-bem-estar/saude-mental/sindrome-burnout>. Acesso 05 ago 2018.

  1. FERNANDA, S. MARA e M. GABRIELA. Síndrome de Burnout – a interface entre o trabalho na área da educação e na enfermagem. Revista de Enfermagem. Referência III Série – N° 2. Dez 2010. Páginas 101-109. Disponível: <http://www.scielo.mec.pt/pdf/ref/vserIIIn2/serIIIn2a11.pdf>. Acesso 05 ago 2018.
  2. LILIANA e C. LUCIA. Atualizações Sobre a Síndrome de Burnout. Universidade de São Paulo, SP. S/D. Disponível em <www.debas.eel.usp.br/~wilcar/BURNOUT-editado.doc>. Acesso 08 ago 2018.

 

 


Lícia Marchiori Crespo

Graduada em Hotelaria pelo SENAC, Águas de São Pedro/SP. Cursando o 4º Período de Psicologia pela UNIP, Vitória/ES. Atuou como docente de Hotelaria, SENAC/ES, 2014. Desde 2013, atua em consultorias e treinamentos para Meios de Hospedagem e A&B. Trabalha como voluntária e idealizadora de projetos sociais, nacionais e internacionais, desde 2005.