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Dica de Livro: Business Model You: O Modelo de Negócios Pessoal

Nome: Business Model You: O Modelo de Negócios Pessoal
Autor: Tim Clark, em colaboração com Alexander Osterwalder e Yves Pigneur
Editora: Alta Books
Resenha:

Quem acha que o Business Model Canvas é parecido com o modelo Business Model You está completamente enganado, seria interessante ler de novo. Já li os dois livros e posso dizer que o modelo de negocio pessoal é recheado de atividades reflexivas que te levam a questionar quem você é, o que você realmente deseja fazer como profissão e o que irá fazer para chegar ao futuro desejado.

O Model You é bonito, cheios de ilustrações e bem dinâmico nas atividades com espaço para você realiza-las no próprio livro, os exercícios possui exemplos o que facilita bastante o entendimento tornando-o bem didático. Sendo assim, não é para se ler de uma vez, mas sim aos poucos fazendo cada proposta com atenção.

Dividido em 10 capítulos, ele explica o que modelo de negocio, tenta promover reflexões de como Quem é Você?, encontrar e identificar o seu propósito de carreira, tenta traçar suas habilidades e tendencias profissionais. Não é extremamente completo, mas possui uma gama de atividades que te auxiliará a chegar em possibilidades sobre sua profissão ou se você é um orientador de carreira é interessante porque pode te instrumentalizar para realizar algumas atividades.

O Canvas no geral para além de preencher os 9 segmentos do desenho do modelo de negocio, completa-los na verdade é resultado final de uma series de atividades.

 

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Tamires da Silva Mascarenhas Pinho 

Psicóloga
CRP-16/3601

 

Por que Fazemos o que Fazemos por Mário Sergio Cortella - Dica de Livro: Por que Fazemos o que Fazemos? por Mário Sergio Cortella

Dica de Livro: Por que Fazemos o que Fazemos? por Mário Sergio Cortella

 
Nome: Por que fazemos o que fazemos? Aflições vitais sobre trabalho, carreira e realização.
Autor: Mário Sérgio Cortella
Editora: Planeta
Resenha:

É um livro de leitura rápida, sem textos repetitivos. Cortella vai direto ao ponto em cada capitulo.
O que me chamou atenção foi o título: Por que fazemos o que fazemos? É uma pergunta existencial para uma resposta insondável, não pense que ao acabar de ler o livro terá respostas, mas encontrará direcionamentos para pensar sobre o que faz e o como faz.

No meu ponto de vista o livro é interessante para gestores, mas é importante lembrar que não é um livro didático; sendo assim, não encontrará grandes teorias e sim formas práticas e simples de comunicar informações sobre lideranças, motivação, hábitos e comportamentos de modo mais acessível.
Pode-se usar o livro como ferramenta na comunicação com colaboradores, gestores e superiores. Os títulos dos capítulos são bem sugestivos e instigadores, vou falar de alguns:

Cap. 01: A importância do Propósito
“Uma vida com proposito é aquela em que eu entenda as razões pelas quais faço o que faço e pelas quais claramente deixo de fazer o que não faço”.
Ou seja, precisamos ser conscientes daquilo que eu faço e daquilo que não faço também. Nós nos reconhecemos naquilo que fazemos e quando fazemos algo que não nos reconhecemos adoecemos. Uma coisa que ele não abordou mais é interessante é a questão da autoimagem distorcida, no qual o que você faz não é aquilo que acha que faz.

Cap. 03: Odeio segunda-feira
“É claro que a perspectiva de que eu posso aspirar àquilo que virá sempre aumenta o prazer da espera, não necessariamente o da realização”.
Nesse capitulo tem dica para gestores sobre inteligência operacional.

Cap. 04: Rotina não é monotonia
“A rotina garante maior eficiência e segurança naquilo que se faz”
Ele traça muito bem a diferença entre rotina e monotonia. Monotonia é o tedio a morte da motivação e da criatividade; já a rotina é padronização das ações tornando-a mais segura e eficiente.

Cap. 07: A origem da motivação
“Quem está motivado leva em consideração o ponto de partida e não de chegada”.
Muito bom a leitura deste capitulo para os gestores, ele diferencia a motivação do estimulo; e aponta a necessidade da motivação de chegar-se a resultados concretos.

Cap. 08: O que mais desmotiva
“A desmotivação vem á tona quando eu perco potência para fazer algo que passo a julgar que não vale a pena”
Ele cita as fontes principais de desmotivação e alguns exemplos de como motivar a equipe. Eu utilizei esse capitulo para uma das minhas consultorias, fiz um texto baseado no capitulo.

Cap. 12: Por que fazer? E por que não fazer?
“Não quero me perder ao ser um profissional que transige valores”
Neste capitulo ele aborda a questão de fazer as coisas de acordo com seus valores pessoais, trabalhar em compasso entre a pratica e o discurso. Ele afirma que é necessário a empresa ter praticas éticas para manter o engajamento dos colaboradores nas atividades.

Cap. 14: Futuros e pretéritos
“Procrastinação é um indicador de que a pessoa tem medo de realizar aquilo que deseja”
Esse capitulo é ótimo ele fala sobre procrastinação, o que pode ser mal terrível na vida. Um desejo não realizado, uma ação platônica. “Não faz sentido ficar somente na espera”.

Cap. 17: Desenvolvimento gera envolvimento
Aqui ele desenvolve sobre a questão de retenção de talentos, no qual é importante as empresas oferecerem aos seus colaboradores perspectivas de aprimorar suas habilidades e não somente o salário.


Tamires da Silva Mascarenhas Pinho 

Psicóloga
CRP-16/3601
img 20170127 144853594 hdr1 750x375 - Dica de Livro: Manual de Avaliação e Treinamento das Habilidades Sociais

Dica de Livro: Manual de Avaliação e Treinamento das Habilidades Sociais

FICHA TÉCNICA 

  • Nome: Manual de avaliação e treinamento das habilidades sociais;
  • Autor: Vicente E. Caballo;
  • Editora: Santos;
  • Data da primeira publicação: 2003;
  • Preço: Variação de R$ 100,00 a 200,00;
  • Descrição: Os seres humanos, como seres sociais que são, passam grande parte de seu tempo interagindo com seus semelhantes. A qualidade e a natureza dessas interações determinarão, com frequência, muitas facetas de suas vidas. As relações interpessoais tem um papel fundamental não somente para progredir profissionalmente, casar-se ou desfrutar de momentos de lazer, mas também servem como amortecedores de muitos golpes proporcionados no decorrer da vida e como ajuda para a mais pronta recuperação de vários transtornos psicológicos. O presente manual abordo de forma sistemática o campo das habilidades, núcleo das relações interpessoais;
  • Resenha

 

Dica de Livro: Eu Tinha Um Cão Negro Seu Nome Era Depressão

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Nome: Eu Tinha Um Cão Negro Seu Nome Era Depressão

Autor: Matthew Johnstone

Editora: Sextante

Comentário: 

Eu tinha um cachorro preto foi escrito por Matthew em 2005, a ideia do livro surgiu logo após o ataque terrorista de 9/11, o autor vivia em Nova York, nesta época. Ele conta um pouco sobre o assunto de depressão:

“Percebi que a vida é intrinsecamente curta e pensei o que eu estava fazendo com a minha vida, não estava vivendo-a devido a um companheiro indesejado. Depressão tinha acompanhado grande parte da minha vida desde os meus 20 e tinha investido grande quantidade de energia em cobri-la. Varias pessoas me alertaram ou foram contra a criação do livro. Esta foi uma das melhores coisas que eu já tinha feito com minha vida. Não só me libertei, mas comecei a viver a minha vida autenticamente. A maior lição em tudo isso para mim foi ajudar os outros é uma das melhores maneiras que podem ajudar a nós mesmos” (2).

Este é um livro que ajuda a milhares de pessoas a personificar e explicar seu sentimento, fazendo muitas pessoas a colocarem seus “cão negros no canil”. É interessante principalmente por ele ser homem e vocês podem ler a quantidade de depoimentos de homens que escrevem em seu site afirmando que essa coragem de assumir e falar sobre o assunto, auxiliou no processo de recuperação deles, pois se tornaram mais abertos e mais seguros para falar sobre o assunto e com seus cães. O livro não é voltado para homens, mas para todos e qualquer um que sofre com a depressão.

É um livro pequeno e simples com textos exatos e desenhos impactantes, Matthew conta a historia de um homem cuja a vida é “assombrada” por um labrador preto (depressão). Essa analogia da depressão com cães negros têm sido usada desde os tempos celtas, Winston Churchill usou essa metáfora para descrever sua própria luta com a melancolia (1).

A Organização Mundial da Saúde para marcar o Dia Mundial da Saúde Mental em colaboração com o escritor e ilustrador Matthew Johnstone contaram a história de superação do Cão Negro, disponibilizando um vídeo sobre o livro (aqui, em inglês). Abaixo segue o vídeo legendado:

 

Bibliografia: 

1. https://matthewjohnstone.com.au/courses/i-had-a-black-dog/aussiereviews-com/

2. https://matthewjohnstone.com.au/courses/i-had-a-black-dog/

3. https://matthewjohnstone.com.au/courses/i-had-a-black-dog/videos/

4. https://matthewjohnstone.com.au/