Recursos Humanos: Afastamento por Covid19

      A mais de um ano, convivemos com a Covid-19, que por inúmeros motivos, permanece assustando e contaminando a população através de sua forma original e de suas variantes virais.

      Por conta disso, refere-se a uma doença de fácil contágio, que preocupa gestores do setor de recursos humanos, bem como inúmeras empresas e seus administradores, por se tratar, principalmente, de uma doença ocupacional. Para melhor compreendermos, a doença ocupacional corrobora para, neste caso, transmissão, contaminação e reinfecção, nas dependências laborais; por isso, hoje, gera uma grande aflição para esses gestores.

      O Brasil têm mostrado atividades intensas com o Corona Vírus, por isso, falaremos a respeito do cenário empresarial diante da pandemia, para compreendermos os procedimentos de afastamento por contágio nas organizações.

      O contágio pode ocorrer em muitos cenários da vida do indivíduo, ou seja, na empresa, em casa, no transporte público, no supermercado, etc. Mesmo diante das atividades essenciais, o risco de contágio é real. Hoje, é quase impossível definir, de fato, onde o contágio ocorreu. O que pode-se fazer, é a tentativa de impedir o alastramento nas organizações e na sociedade; além do afastamento por saúde, que é um direito do colaborador.

      A questão do afastamento laboral, causado pelo contágio do vírus, é recorrente em muitas empresas. É importante que o profissional responsável pelos colaboradores, acolha a demanda e oriente de acordo com as normas de afastamento.

      Através da Lei 13.979/2020, regulamentada pela Portaria 35/2020 do Ministério da Saúde; o afastamento pode ser de 14 dias e, se comprovada a necessidade, pode-se prorrogar por mais 14 dias.  O atestado deve ser feito por um médico ou por um agente de saúde devidamente autorizado. A empresa pode fazer o afastamento, com possibilidade de benefício de auxílio doença ou se responsabilizar-se.

      A operacionalização da contaminação, junto ao afastamento, ocorre da seguinte maneira: após a desconfiança, o colaborador deve avisar o responsável; encaminhar-se a um posto médico ou hospital para avaliação médica; a necessidade do exame é definido pelo médico, de acordo com o quadro geral do paciente; deve-se aguardar o resultado do exame afastado do trabalho; após a determinação médica do afastamento laboral, comprovado ou não o contágio, o atestado pode ser enviado por foto ou digitalizador via endereço eletrônico, evitando o contato físico. Após a comunicação com o responsável, deve-se aguardar o encaminhamento de afastamento interno ou através do INSS, combinado entre as partes e de acordo com a necessidade.

      Como sabemos, nem sempre os sintomas se apresentam, há muitos indivíduos assintomáticos; mas é importante que, a qualquer desconfiança de contágio, medidas sejam tomadas, para que seja evitado o alastramento da doença. Além disso, é muito importante a continuidade do autocuidado, do respeito as normas de afastamento social, do uso de máscara, higienização das mãos e utensílios de forma regular e correta, indicados pelo ministério da saúde.

 

 

REFERÊNCIAS

Brasil. Ministério da Saúde. Coronavírus Brasil: Painel Covid-19. Disponível em: <https://covid.saude.gov.br/>. Acesso em: 26 de mar. 2021.

Brasil. Ministério da Saúde. Sobre a doença. Disponível em: <https://coronavirus.saude.gov.br/sobre-a-doenca>. Acesso em: 26 de mar. 2021.

PINHEIRO, Chloé; Ruprecht, Theo. Coronavírus: primeiro caso é confirmado no Brasil. Veja Saúde, fev. 2020. Disponível em: <https://saude.abril.com.br/medicina/coronavirus-primeiro-caso-brasil/https://saude.abril.com.br/medicina/coronavirus-primeiro-caso-brasil/#:~:text=O%20primeiro%20caso%20confirmado%20do,expressivo%20de%20casos%20naquele%20pa%C3%ADs.>. Acesso em: 26 de mar. 2021.

SITTONI, M. Martha; BERTOLETTI, Michele. Coronavírus. Disponível em: <http://www.cmtlaw.com.br/site/o-que-fazer-se-meu-empregado-for-contaminado-pelo-coronavirus/>. Acesso em: 26 de mar. 2021.

 

 


Lícia Marchiori Crespo

Graduada em Hotelaria pelo SENAC, Águas de São Pedro/SP. Cursando o 4º Período de Psicologia pela UNIP, Vitória/ES. Atuou como docente de Hotelaria, SENAC/ES, 2014. Desde 2013, atua em consultorias e treinamentos para Meios de Hospedagem e A&B. Trabalha como voluntária e idealizadora de projetos sociais, nacionais e internacionais, desde 2005.

História das Psicólogas Brasileiras

Não é de hoje que vemos as mulheres se destacando profissionalmente em inúmeras áreas de atuação. E por muitas vezes, pioneiras na história internacional e nacional. De extrema e notória importância na atuação dos campos profissionais da nossa atualidade.

As mulheres estão presentes em vários campos multiprofissionais de atuação em nosso país. Encontramos-nos, principalmente, com maestria, nos meios de atuação da saúde mental, a Psicologia. Seja de forma á desenvolvê-la através de pesquisas, ministrando aulas, atuando no campo da Psicologia clínica, ou mesmo, em inúmeras outras formas de atuação neste vasto campo profissional.

Podemos ver internacionalmente mulheres que compõe a história da fundamentação e raízes inicias da Psicologia: Dorothea Dix (1802 – 1887); Christine Ladd Franklin (1847 – 1930); Emma Sophia Baker (1853 – 1943); Mary Whilton Calkins (1863 – 1930); Leta Hollingworth (1886 – 1939); Anna Berlines (1888 – 1977); Margareth Floy Washburn (1871 – 1939); Ana Freud (1895 – 1982); Inez Beverly Prosser (1895 – 1934); Eleanor Gibson (1910 – 2002) e Mamie Phipps Clark (1917 – 1983)

No Brasil a psicologia teve dois caminhos de entrada: no início do século XX pelos cursos de formação de professores e de pedagogia; alguns anos mais tarde pela “psicologia industrial”, como a maior industrialização dos centros urbanos. Os primeiros cursos de formação específica em psicologia datam da década de 1.950.

Em âmbito nacional, o Brasil e a psicologia receberam grandes contribuições para sua fundamentação local, atuantes com grande importância e reconhecimento, vejamos alguns grandes nomes:

Nise da Silveira (1905 – 1999): Psiquiatra, ela revolucionou a era dos Manicômios no pais, implantou Terapia Ocupacional como forma de tratamento; usou a arte para tratar de problemas graves da saúde mental; introduziu o contato com animais domésticos como tratamento para psicóticos; questionou os manicômios e os revolucionou; teve reconhecimento de Jung e após uma temporada na Suiça, convidada por ele, voltou para o Brasil e em 1958 ela criou o Grupo de Estudos C. G. Jung no Rio de Janeiro. Criou o museu do inconsciente, com as obras de arte dos seus pacientes.

Annita de Castilho e Marcondes Cabral (1911 – 1991): Graduada em Filosofia e Ciências Sociais; criadora da Associação Brasileira de Psicólogos – ABP (1954) e considerada a pioneira da criação e implantação do curso de Psicologia no país (1958)

Madre Cristina Sodré Doria (1916 – 1997): Graduada em Filosofia e Pedagogia; foi uma grande ativista social, sendo perseguida na Ditadura Militar. Implantou projetos sociais. Fundou o Instituto Sedes Sapientiae, que oferece cursos de especialização nas áreas de pedagogia, psicologia e filosofia, mas é principalmente uma instituição aberta para a discussão dos temas ligados à desigualdade social, com a participação ativa de movimentos como os que congregam os sem-terra e os defensores das causas indígenas.

Carolina Martuscelli Bori (1824 – 2004): Pedagoga; divulgou a Psicologia como ciência e fez parte da comissão organizadora de regulamentação da profissão.

Silvia Lane (1933 – 2006): Graduada em Filosofia, pioneira da Psicologia Social, ajudou fundamentar o curso de pós graduação na área (PUC); participou da fundação da Associação Brasileira de Psicologia Social (ABRAPSO) e da Associaçao Latino-americana de Psicologia Social (ALAPSO); possui um vasto conteúdo publicado nacional e internacionalmente.

Outras pioneiras, de grande importância e reconhecimento; com uma vasta atuação nacional em conselhos; associações; regulamentações da profissão; pesquisa e desenvolvimento: Anita Barreto; Helena Antipoff; Noemi Rudolpher da Silveira; Anniela Ginsberg; Mira Y Lopez; Myrian Valtrude Patittuci Neto; Elisa Dias Velloso e Therezinha Lins de Albuquerque; Tânia Maria Guimarães e Souza Monteiro; Virgínia Leone Bicudo; Odette Lourenção Van Kolck; Rosaura Moreira Xavier; Fany Malin Tchaicovski; Geraldina Porto Witter; Maria do Carmo Vieira; Mathilde Neder e Thereza Pontual de Lemos Mettel.

Contudo, após tantas referências citadas, onde encontramos tanto empenho e dedicação para a Psicologia; encontramos no cenário atual, segundo o Conselho Federal de Psicologia (CFP – 2012), mulheres constituindo 90% da categoria, ou seja, 09 a cada 10 profissionais da área são mulheres; onde atuamos principalmente, com 45%, na área de saúde; 12%, na área organizacional e o mesmo percentil para a área Educacional; Assistência social, 10%; Trânsito e Jurídica, 4% para cada categoria; na Clínica e em Projetos Sociais, somos a composição de 3%, para cada área; Direitos humanos, 2%; Comunicação social, Formação, e questões de gênero, com 1% para cada categoria.

Sabemos que em muitas profissões, como na Psicologia, a mulher esteve presente. Com um papel indispensável, seja no passado, presente ou futuro; escrevendo e atuando na extensa composição histórica, mas isso não se restringe apenas às profissões. Somos importantes e indispensáveis para todas as ocasiões que regem vida, seja em: família, na sociedade e nas relações intra e interpessoais; estamos presentes na composição mercadológica e financeira; econômica e cultural do Brasil e do mundo.

Referências

Lhullier, Louise A.; Roslindo, Jéssica J.; Moreira, Raul A. L. C. Uma Profissão de muitas e diferentes mulheres. 2012. Disponível em: <www.site.cfp.org.br/wp-content/uploads/2013/03/Uma-profissao-de-muitas-e-diferentes-mulheres-resultado-preliminar-da-pesquisa-2012.pdf>. Acessado em 05/03/2018.

Castro, Ana Elisa; Yamamoto, Oswaldo H. A Psicologia como profissão feminina. 1998. Disponível em: <scielo.br/pdf/epsic/v3n1/a11v03n1.pdf>. Acessado em 05/03/2018

Soares, Antonio. A Psicologia no Brasil. 2010. Disponível em: <www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-98932010000500002>. Acessado em 05/03/2018

Campos, Regina Helena de Freitas. História da Psicologia. 2008. Disponível em: <www.books.scielo.org/id/c2248/pdf/freitas-9788599662830.pdf>, Acessado em 05/03/2018

 


Lícia Marchiori Crespo

Graduada em Hotelaria pelo SENAC, Águas de São Pedro/SP. Cursando o 4º Período de Psicologia pela UNIP, Vitória/ES. Atuou como docente de Hotelaria, SENAC/ES, 2014. Desde 2013, atua em consultorias e treinamentos para Meios de Hospedagem e A&B. Trabalha como voluntária e idealizadora de projetos sociais, nacionais e internacionais, desde 2005.

 

Elaborando sua Entrevista de Emprego

 

A entrevista em um processo de seleção para uma vaga de emprego é um dos instrumentos utilizados para avaliação. É importante lembrar que o recrutador ou avaliado está buscando saber se o candidato possui e conseguirá atender as expectativas para a vaga. A pessoa que não consegue a vaga pode ter diferenças comportamentais ou técnicas (ou ambas). É extremamente importante você recrutador/avaliador ser atento aos detalhes. 

A entrevista é fundamental seja online ou presencial. Utilize as outras etapas como apoio para realização da entrevista e faça anotações durante o processo para não confundir ou esquecer os detalhes. Durante sua entrevista busque mesclar perguntas pessoais (relevantes), comportamentais, técnicas e sobre a cultura da empresa. 

Lembre-se sempre que o entrevistado pode ter oscilações pelo nervosismo ou algo particular pode ter acontecido, pergunte isso antes, dependendo do estado da pessoa remarcar entrevista. Busque ser acessível dentro do seu tempo para o processo, outro ponto relevante é dar o feedback aos candidatos de todas as etapas. 

Caso esteja inseguro para fazer a entrevista, treine com pessoas da empresa ou treine sozinho. Não se preocupe entrevista é treinamento e com o tempo você vai aprendendo a ler os detalhes e a fazer as perguntas com mais naturalidade. A entrevista online é um pouco mais difícil para quem está começando, o ambiente virtual deve ser bem estruturado e utilize plataformas já existentes (como Zoom, Google Meet  e outros). Se preocupe com seu ambiente e o ambiente do entrevistado, caso este não tenha ou não consiga fazer online tente outros meios. Verifique sua internet e remarcar dentro do possível caso o candidato não consiga no horário e data marcada. 

Atualmente no Brasil nós temos a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD – Lei nº 13.709 de 2018), ela discorre sobre o tratamento de dados pessoais, inclusive nos meios digitais. O titular dos dados pessoais tem direito a obter do controlador: acesso aos dados mantidos pelo controlador; correção de dados incompletos, inexatos ou desatualizados; anonimização, bloqueio ou eliminação de dados desnecessários, excessivos ou tratados em desconformidade com o disposto na LGPD; informação com quem o controlador realizou compartilhamento de seus dados; e outros. Por isso, cuidado com os dados dos candidatos. 

 

Fonte: https://www.gov.br/defesa/pt-br/acesso-a-informacao/lei-geral-de-protecao-de-dados-pessoais-lgpd#:~:text=A%20Lei%20Geral%20de%20Prote%C3%A7%C3%A3o,de%20liberdade%20e%20de%20privacidade

 

 

Esse texto é do curso gratuito Como conduzir entrevista de processo de seleção

 

 

Abraços

Tamires Mascarenhas

 

 

Mini Curso: Psicologo Empreendedor

Esse mini curso é para você psicólogo que precisa saber sobre mercado, posicionar-se no mercado, como construir caminhos para alcançar um espaço, desenvolver um modelo de negócio, pensar em soluções em situações difíceis e crises do seu negócio.

Teremos ações práticas e teóricas de como construir um melhor caminho para você empreender e desenvolver-se. Temos que estar preparado para lidar com os estigmas e mitos da nossa profissão.

Dia: 27 de Outubro de 2018

Horário: 9h

Local: Presencial (Quallity Psi)

INSCRIÇÃO

 

 

 

A Psicologia e seu campo de atuação profissional

A psicologia possui vários campos de atuação, e hoje elucidaremos sobre esse assunto, à medida que compreenderemos sobre cada área em que um psicólogo poderá atuar, podemos nos identificar com cada campo de atuação, pois temos inúmeras opções. Convido a todos para mergulhar conosco nesse vasto universo.

Podemos trabalhar nas diversas áreas de atuação existentes da psicologia. Contudo, cada área de atuação do psicólogo possui sua especificidade, de acordo com o local, ou seja, existe uma descrição de atividades específica para o profissional que trabalha em uma escola, ou em uma empresa, ou no consultório clínico, ou na assistência social, etc. Faz-se necessário ressaltar que a Formação de Psicólogo nas Entidades de Ensino Superior garante a atuação em qualquer área da psicologia.

O psicólogo desempenha suas funções e tarefas profissionais individualmente e em equipes multiprofissionais, em instituições privadas ou públicas, em organizações sociais formais ou informais, atuando em: hospitais, ambulatórios, centros e postos de saúde, consultórios, creches, escolas, associações comunitárias, empresas, sindicatos, fundações, varas da criança e do adolescente, varas de família, sistema penitenciário e associações profissionais. Vamos checar a seguir algumas funções desempenhadas para cada área:

Psicologia Educacional: Atua no âmbito da educação formal realizando pesquisas, diagnóstico e intervenção preventiva ou corretiva em grupo e individualmente. Envolve, em sua análise e intervenção, todos os segmentos do sistema educacional que participam do processo de ensino- aprendizagem. Nessa tarefa, considera as características do corpo docente, do currículo, das normas da instituição, do material didático, do corpo discente e demais elementos do sistema. No âmbito administrativo, contribui na análise e intervenção no clima educacional; etc.

Psicologia Organizacional: Atua em atividades relacionadas a análise e desenvolvimento organizacional, ação humana nas organizações, desenvolvimento de equipes, consultoria organizacional, seleção, acompanhamento e desenvolvimento de pessoal, estudo e planejamento de condições de trabalho, estudo e intervenção dirigidos à saúde do trabalhador; etc.

Psicologia de Trânsito: Colabora na elaboração e implantação de ações de engenharia e operação de tráfego; desenvolve ações socioeducativas; realiza avaliação psicológica em condutores e candidatos à carteira de habilitação; participa de equipes multiprofissionais no planejamento e realização das políticas de segurança para o trânsito; analisa os acidentes de trânsito, considerando os diferentes fatores envolvidos para sugerir formas de evitar e/ou atenuar as suas incidências; elabora laudos, pareceres psicológicos, relatórios técnicos e científicos; etc.

Psicologia Jurídica: Atua no âmbito da Justiça, colaborando no planejamento e execução de políticas de cidadania, direitos humanos e prevenção da violência, centrando sua atuação na orientação do dado psicológico repassado não só para os juristas como também aos indivíduos que carecem de tal intervenção, para possibilitar a avaliação das características de personalidade e fornecer subsídios ao processo judicial, além de contribuir para a formulação, revisão e interpretação das leis, etc.

Psicologia do Esporte: A atuação do psicólogo do esporte está voltada tanto para o esporte de alto rendimento, ajudando atletas, técnicos e comissões técnicas a fazerem uso de princípios psicológicos para alcançar um nível ótimo de saúde mental, maximizar rendimento e otimizar a performance; etc.

Psicologia Clínica: Atua na área específica da saúde, em diferentes contextos e linhas de atuações; através de intervenções que visam reduzir o sofrimento do homem, levando em conta a complexidade do humano e sua subjetividade; etc.

Psicologia Hospitalar: Atua em instituições de saúde, participando da prestação de serviços de nível secundário ou terciário da atenção à saúde. Atua também em instituições de ensino superior e/ou centros de estudo e de pesquisa, visando o aperfeiçoamento ou a especialização de profissionais em sua área de competência; etc.

Psicopedagogia: Atua na investigação e intervenção nos processos de aprendizagem de habilidades e conteúdos acadêmicos. Busca a compreensão dos processos cognitivos, emocionais e motivacionais, integrados e contextualizados na dimensão social e cultural onde ocorrem. Trabalha para articular o significado dos conteúdos veiculados no processo de ensino, com o sujeito que aprende na sua singularidade e na sua inserção no mundo cultural e social concreto; etc.

Psicomotricidade: Atua nas áreas de Educação, Reeducação e Terapia Psicomotora, utilizando-se de recursos para o desenvolvimento, prevenção e reabilitação do ser humano. Participa de planejamento, elaboração, programação, implementação, direção, coordenação, análise, organização, supervisão, avaliação de atividades clínicas e parecer psicomotor em clínicas de reabilitação, nos serviços de assistência escolar, escolas especiais, hospitais associações e cooperativas; presta auditoria, consultoria, assessoria; dá assistência e tratamento especializado, visando a preparação para atividades esportivas, escolares e clínicas; etc.

Psicologia Social: Atua fundamentado na compreensão da dimensão subjetiva dos fenômenos sociais e coletivos, sob diferentes enfoques teóricos e metodológicos, com o objetivo de problematizar e propor ações no âmbito social. O psicólogo, nesse campo, desenvolve atividades em diferentes espaços institucionais e comunitários, no âmbito da Saúde, Educação, trabalho, lazer, meio ambiente, comunicação social, justiça, segurança e assistência social; etc.

Neuropsicológia: Atua no diagnóstico, no acompanhamento, no tratamento e na pesquisa da cognição, das emoções, da personalidade e do comportamento sob o enfoque da relação entre estes aspectos e o funcionamento cerebral. Utiliza-se para isso de conhecimentos teóricos angariados pelas neurociências e pela prática clínica, com metodologia estabelecida experimental ou clinicamente; etc.

Vemos que são inúmeras áreas que podemos nos identificar e aplicarmos nosso conhecimento teórico e técnico, com o objetivo de identificar e intervir nos fatores determinantes das ações e dos sujeitos, em sua história pessoal, familiar e social, vinculando-as também a condições políticas, históricas e culturais. Atuar no âmbito da educação, saúde, lazer, trabalho, segurança, justiça, comunidades e comunicação. Com o objetivo de promover, o respeito à dignidade e integridade do ser humano, promovendo uma maior qualidade de vida aos que procuram pelos nossos serviços.

 

REFERÊNCIAS

Resolução nº 13/2007. Institui a Consolidação das Resoluções relativas ao Título Profissional de Especialista em Psicologia e dispõe sobre normas e procedimentos para seu registro. 2007. Acessado no dia: 08/06/2018. Disponível em: <crp09.org.br/portal/orientacao-e-fiscalizacao/orientacao-por-temas/areas-de-atuacao-do-a-psicologo-a>

Atuação psicológica. Carvalho, Ana Maria. Brasília, DF. 1984. Acessado no dia: 08/06/2018. Disponível em: <scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-98931989000100003>

Atribuições Profissionais do Psicólogo no Brasil Contribuição do CFP ao Ministério do Trabalho. 1992. Acessado no dia: 08/06/2018. Disponível em: <https://site.cfp.org.br/wp-content/uploads/2008/08/atr_prof_psicologo.pdf>

 

 


Lícia Marchiori Crespo

Graduada em Hotelaria pelo SENAC, Águas de São Pedro/SP. Cursando o 4º Período de Psicologia pela UNIP, Vitória/ES. Atuou como docente de Hotelaria, SENAC/ES, 2014. Desde 2013, atua em consultorias e treinamentos para Meios de Hospedagem e A&B. Trabalha como voluntária e idealizadora de projetos sociais, nacionais e internacionais, desde 2005.

 

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